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Informações de Guiné-Conacri
Tipo de Governo: República (1) População: 5.756.000 (2) Capital: Conacri (3) Língua: Francês, susu, manika e outras línguas tribais (4) Religião: Maioria islamismo, crenças tradicionais, 1% catolicismo (5) Moeda: Franco guineano (GNF) (6)
Dados do país: O país, ex-colônia da França, está situado na costa ocidental da África. Seu litoral baixo, pontilhado de mangues e pântanos, contrasta com terras altas do interior, onde ficam as nascentes dos rios Gâmbia, Níger e Senegal. A agricultura ocupa 80% da força de trabalho. Os principais produtos exportados são café, banana, abacaxi e derivados de palmeira. A Guiné possui alguns dos maiores depósitos de bauxita (minério de alumínio) do mundo, assim como reservas de diamantes e ouro. O país exporta tanto a bauxita quanto o alumínio. (7)
Data de abertura do trabalho: Foi aberto oficialmente em 01/01/01
Missionários da MNTB que atuam neste país: Ana Lúcia Barros Maria Regina Bueno
A missionária Maria Regina Bueno atua no vilarejo Londuma, onde fica a Base da New Tribes Mission e Ana Lúcia com a tribo Correrah do povo Diakhank
Dados culturais do povo Diakhanke: Festa Tabaski (comemorada no dia 10 de janeiro) é uma grande festa religiosa onde eles relembram o dia em que Abrão subiu ao monte para sacrificar seu filho. Só que para os mulçumanos o filho não era Isaque, mas Ismael, negando assim a genealogia de Jesus Cristo e chegando a Maomé, o grande profeta deles. Nesse dia eles têm um grande período de oração pela manhã. Trazem o alcorão (livro sagrado para os mulçumanos) embaixo de uma tenda os iames (lideres religiosos) Lêem em árabe. Em geral só os homens participam, porém há algumas mulheres idosas, e a maioria já foi uma vez a Meca (cidade para eles santa, na Árabia Saudita). Nesse dia cada família mata um ou mais cordeiros (de acordo com as suas posses) e divide com
outras famílias; reúnem-se e comem juntos. Em geral cada homem tem três a quatro esposas e cada esposa entre sete e doze filhos. Então em uma só família há muita gente e muitas vezes ainda tem algum parente e sua família que moram junto. Quando eles comem, põem uma grande bacia no chão, se agacham ao redor e comem com a mão (direita). São divididos entre grupos de mulheres e crianças. Os homens comem sempre separados e comem a melhor parte. Por exemplo, eles comem arroz em todas as refeições: café, almoço, lanche e janta e quando eles têm algum molho com peixe os pedaços são para os homens. As mulheres e crianças comem o arroz com caldo. Se o homem não quer mais a comida, a mulher pode pegar a sobra para ela ou para dividir com as crianças. As mulheres Diakhanke são mulheres sofridas, espancadas com facilidade, desprezadas. Nessa cultura elas acreditam que somente através do marido, da sua religiosidade, elas poderão (talvez) ir para o paraíso. (8)
Pedidos e agradecimentos de oração: Crescimento e livramento para os novos convertidos, Sabedoria para saber lidar com as perseguições, Louvor pela aquisição de máquina de pilar arroz; Louvor pelo avanço da construção do Posto de Saúde;
Pela saúde dos missionários, Pelo trabalho de análise, tradução da Bíblia. Fonte de Informação: 1-7 Atlas Geográfico Mundial, Empresa Folha da Manhã, 1995, pg. 130 8 - MNTB-Relatório/Equipe/2006
Missionários da MNTB que atuam em Guiné-Conacri


A missionária Maria Regina da Silva trabalha com a etnia Landuma. Ela Atende crianças, que geralmente chegam à sua casa trazendo amuletos de proteção, e num estado tão avançado de desnutrição, que é difícil reverter o quadro. Exige muita paciência com a criança e com a mãe, pois ela precisa receber orientação quanto ao preparo da alimentação e higiene.

Há alguns anos Regina tem acompanhado algumas mães durante a gravidez fornecendo leite e vitaminas. “Os resultados são animadores, os bebês tem nascido fortes e saudáveis” , relata Regina.Maria Regina também ensina um grupo de c

rianças em sua casa. No primeiro ano alfabetizou-as na língua landuma e atualmente está fazendo a transição para o francês (língua oficial)
Há muitos motivos de oração suprimento de suas necessidades, sabedoria em como usar seu tempo entre atividades e estudo da língua e por firmeza na fé dos crentes e liberdade para as mulheres ouvirem o Evangelho
Ana Lúcia Barros
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