Apinayé-TO
Apinayé-TO

           

Apinayé

Nome:

   “O nome da tribo foi citado pela primeira vez por Souza Villa Real, em 1793, na forma de Pinarés e Pinagés. Mais tarde prevalece a forma Apinagé. Fr. Rafael Tuggia a designa como Oupinagees. Hoje, pelo menos, a tribo denomina a si própria Apinajé”.

Localização:

   A tribo Apinajé está localizada a 20 km da cidade de Tocantinópolis, no norte do Estado do Tocantins. Fica a 4 km do rio Tocantins e a 2 km da estrada que liga Tocantinópolis e Itaguatins-TO. As aldeias onde os missionários atuam são: Mariazinha e São José. Há mais aldeias Apinajé, são elas: Cocalinho, Patirzal, Butica, Bonito, Riachinho e Buriti Comprido.


Língua, análise lingüística e traduções:
   A língua falada nesta tribo é o Apinajé, do tronco Macro-Jê, da família Jê. Os índios são bilíngües, porém nada entendem de assuntos mais profundos em português; especialmente assuntos espirituais. As crianças têm dificuldade para falar o português. A análise lingüística foi feita por Patrícia Ham, Helena Waller e Linda Koopmam. Patrícia Ham já concluiu a tradução do Novo Testamento na língua Apinajé.




Divisão de trabalho:
   Não se pode dizer que a mulher Apinayé trabalha mais, ou mais pesadamente, que o homem e que tem menos divertimentos que ele; antes pelo contrário. Roça: A derrubada e a queimada da roça cabe exclusivamente ao homem. O plantio é feito por ambos os sexos, a capinação e a colheita, igualmente.


Caça:
    A caçada quando executada com fogo no campo, arco e flecha ou arma de fogo, é atribuição masculina.
Pesca:
   A pescaria é feita com anzóis de fabricação norteamericana, com arco e flecha ou por envenenamento da água, mas é de pouca importância econômica. Anzóis primitivos não devem ter existido entre eles. A pesca com anzol está hoje muito em voga entre as mulheres; os homens preferem o arco e flecha”.



Missionários que atuam na:
Aldeia Mariazinha:
Alexandre e Alessandra Conde
Elizabeth Mosti
Maria de Fátima Andrade

Rogério e Isis Inácio 

Aldeia São José
Rita Mateus



Histórico de contato com a MNTB:
   O trabalho foi iniciado pela Missão Wycliffe em 1958 por Patrícia Ham e Sra. Mike. Em 1977 a Missão da qual elas eram membros, foi convidada pela FUNAI a deixar o trabalho. Em 1980 a MNTB obteve permissão para entrar nesta tribo iniciando o seu trabalho.

 

Histórico de contato com demais brasileiros:
   Segundo Curt Nimuendajú, o primeiro encontro historicamente comprovado dos Apinajé com os demais brasileiros, deu-se em 1774, com a histórica viagem de Antonio Luiz Tavares de Goiás ao Pará. Ele ainda afirma que somente a partir de 1797 deu-se o início do contato permanente com os não índios. E que neste mesmo ano o governo abriu um posto militar na boca do Araguaia. O fato de ter um posto militar na região não diminuiu as lutas sangrentas que existiam entre os Apinajé e os demais grupos, como os Karajás e militares. Um fato marcante na biografia dos Apinajé foi de uma epidemia de varíola ocorrida no ano de 1817. Embora fossem índios guerreiros e tivessem sofrido a epidemia de varíola, mesmo assim, afirma Nimuendajú que eram uma das maiores tribos da região com uma população de 4.200 índios. Eles foram quase dizimados como nação, chegando ao total de 150 índios em 1928.

 

Área Religiosa:

   O pré-evangelismo está sendo feito. Algumas pessoas declararam-se salvas.

 

   http://pib.socioambiental.org/pt/povo/apinaje/59



















                          


Nome:

   “O nome da tribo foi citado pela primeira vez por Souza Villa Real, em 1793, na forma de Pinarés e Pinagés. Mais tarde prevalece a forma Apinagé. Fr. Rafael Tuggia a designa como Oupinagees. Hoje, pelo menos, a tribo denomina a si própria Apinajé”.

Localização:

   A tribo Apinajé está localizada a 20 km da cidade de Tocantinópolis, no norte do Estado do Tocantins. Fica a 4 km do rio Tocantins e a 2 km da estrada que liga Tocantinópolis e Itaguatins-TO. As aldeias onde os missionários atuam são: Mariazinha e São José. Há mais aldeias Apinajé, são elas: Cocalinho, Patirzal, Butica, Bonito, Riachinho e Buriti Comprido.


Língua, análise lingüística e traduções:
   A língua falada nesta tribo é o Apinajé, do tronco Macro-Jê, da família Jê. Os índios são bilíngües, porém nada entendem de assuntos mais profundos em português; especialmente assuntos espirituais. As crianças têm dificuldade para falar o português. A análise lingüística foi feita por Patrícia Ham, Helena Waller e Linda Koopmam. Patrícia Ham já concluiu a tradução do Novo Testamento na língua Apinajé.


População:

   A População da aldeia Mariazinha é de 198 índios e da aldeia São José é de 693 índios . Estima-se que há aproximadamente 1.460 índios Apinajé no Brasil. 



Divisão de trabalho:
   Não se pode dizer que a mulher Apinayé trabalha mais, ou mais pesadamente, que o homem e que tem menos divertimentos que ele; antes pelo contrário. Roça: A derrubada e a queimada da roça cabe exclusivamente ao homem. O plantio é feito por ambos os sexos, a capinação e a colheita, igualmente.


Caça:
    A caçada quando executada com fogo no campo, arco e flecha ou arma de fogo, é atribuição masculina.
Pesca:
   A pescaria é feita com anzóis de fabricação norteamericana, com arco e flecha ou por envenenamento da água, mas é de pouca importância econômica. Anzóis primitivos não devem ter existido entre eles. A pesca com anzol está hoje muito em voga entre as mulheres; os homens preferem o arco e flecha”.



Missionários que atuam na:
Aldeia Mariazinha:

Alexandre e Alessandra Conde
Elizabeth Mosti
Maria de Fátima Andrade
Rogério e Isis Inácio 

Aldeia São José
Rita Mateus



Histórico de contato com a MNTB:
   O trabalho foi iniciado pela Missão Wycliffe em 1958 por Patrícia Ham e Sra. Mike. Em 1977 a Missão da qual elas eram membros, foi convidada pela FUNAI a deixar o trabalho. Em 1980 a MNTB obteve permissão para entrar nesta tribo iniciando o seu trabalho.

 

Histórico de contato com demais brasileiros:
   Segundo Curt Nimuendajú, o primeiro encontro historicamente comprovado dos Apinajé com os demais brasileiros, deu-se em 1774, com a histórica viagem de Antonio Luiz Tavares de Goiás ao Pará. Ele ainda afirma que somente a partir de 1797 deu-se o início do contato permanente com os não índios. E que neste mesmo ano o governo abriu um posto militar na boca do Araguaia. O fato de ter um posto militar na região não diminuiu as lutas sangrentas que existiam entre os Apinajé e os demais grupos, como os Karajás e militares. Um fato marcante na biografia dos Apinajé foi de uma epidemia de varíola ocorrida no ano de 1817. Embora fossem índios guerreiros e tivessem sofrido a epidemia de varíola, mesmo assim, afirma Nimuendajú que eram uma das maiores tribos da região com uma população de 4.200 índios. Eles foram quase dizimados como nação, chegando ao total de 150 índios em 1928.

 

Área Religiosa:

   O pré-evangelismo está sendo feito. Algumas pessoas declararam-se salvas.

 

Fonte de Informação:  
   Nimuendajú, Curt - Os Apinayé, 08
   Informação Básica/MNTB/2001
   MNTB/2004 –Relatório Atividades 
   MNTB/2005 –Relatório Atividades
   FUNASA/2003
   Nimuendajú, Curt - Os Apinayé, 04
   Nimuendajú, Curt - Os Apinayé, 06
   Informação Básica/MNTB/2001
   Povos Indígenas do Brasil—CEDI—1987/88/89/90, pg. 478- 479.

   http://pib.socioambiental.org/pt/povo/apinaje/59

                           
Galeria de Fotos : Povo Apinajé
 
                      

 
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