Tribo Pankararé -BA
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Localização: Há uma só aldeia Pankararé, que fica a 45 km de Paulo Afonso e a 120 de Rodelas, Estado da Bahia.
Língua, análise lingüística e traduções: Todos nesta tribo falam o Português, apenas alguns antigos conservam algumas palavras da língua materna.
População: Há aproximadamente 1.200 índios Pankararé.
Histórico de contato com os demais brasileiros:“Tradicionais habitantes do vale do sub-médio São Francisco, os Pankararé foram aldeados ainda no século XVII, pelos jesuítas, na missão do Curral dos Bois, às margens daquele rio. No século XIX, pressionados pelos fazendeiros que cobiçavam as melhores terras, na várzea, vieram a se refugiar no interior dando origem às aldeias de Brejo dos Padres, dos Pankararu, do lado pernambucano, e de Brejo do Burgo, dos Pankararé, situada numa pequena mancha de terras férteis e com fonte perene de água, entre os municípios baianos de Paulo Afonso, Glórias e rodelas. Este local, Brejo do Burgo, viria a ser posteriormente ocupado também por não-índios, dando origem a uma longa série de disputas e violências que ainda hoje marcam a vida da área. A população que aí vive hoje é quase indiferençável geneticamente, predominando as características típicas do sertanejo comum. Entretanto, cerca da quarta parte desta população preserva e segue as tradições indígenas”.
Histórico de contato da tribo com a MNTB: O trabalho nesta tribo teve início em 1982 com Roger e LuAnn Schuring, mas em 1976/77 já haviam sido feitos alguns contatos. Em 1984 a MNTB interrompeu suas atividades nesta aldeia, devido à morte do missionário, Roger Schuring, vítima de um acidente no local do trabalho (construção de um poço). Somente em agosto de 1985 é que a MNTB retomou suas atividades nesta tribo.
Missionários que atuam na área: Carlos Alberto e Doristela Barreto Adenildes Teixeira
Área Religiosa: Há um grupo de quinze crentes entre índios e posseiros. Os missionários ensinam a Palavra de Deus aos posseiros e muitos deles têm crido em Cristo como Salvador. Há reuniões em que participam índios e posseiros. Alvos: 1. Edificar os crentes na Palavra 2. Ensinar a Bíblia a outros índios e posseiros.
Fonte de Informação: Informação Básica/MNTB-2001 Banco de Dados da AMTB/2002 Povos Indígenas do Brasil—CEDI—1987/88/89/90, pg. 388-389 Povos Indígenas do Brasil—CEDI—1987/88/89/90, pg. 370-371 |
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FOTOS ARQUIVOS DA MNTB |
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