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Localização: Região da Serra Negra, no agreste pernambucano. Município de Ibimirim, Inajá, Floresta (PE). Sub-região do Vale do Moxotó
Língua, análise lingüística e traduções: Atualmente falam português.
População: 2.820 (FUNASA 2006).
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Histórico de contato com os demais brasileiros:
Histórico de contato da tribo com a MNTB:
Área Religiosa:
Missionários que atuam na área:
Lewis e Debbie Robinson Santo e Célia Celegatti
Alvos:
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Dados Culturais: A comunidade Kambiwá tem na agricultura o seu principal meio de subsistência. Eles plantam milho, feijão, mandioca e mamona. A produção é pequena sendo a sua maior parte destinada ao consumo. O pouco que sobra é comercializado na feira livre de Ibimirim. A plantação de mandioca destina-se ao fabrico de farinha, alimento básico na dieta dos indígenas, produzida na casa de farinha da reserva. Praticam também a caça como atividade complementar de subsistência e se dedicam à extração do mel de abelhas. O artesanato, produzido em pequena escala, constitui-se de peças para os trajes rituais e de aiós (bolsas para caça), confeccionados com a palha do ouricuri e a fibra do caroá. Ainda que assumam os costumes e comportamento dos não-índios, conservam alguns traços da sua antiga cultura, como rituais, danças, o artesanato próprio e as figuras do cacique e do pajé. O toré, dançado durante as festas da comunidade, reúne homens, mulheres e crianças que, conduzidos pelos mais velhos e ao som de maracás de cabaças, entoam cânticos em português, misturados com algumas palavras da sua antiga língua de origem, que já não existe mais. |
Fonte de Informação: Culturas Prêmio Indígenas – SESCSP 2007, pág. 131
Sites http://www.arara.fr/BBTRIBOKAMBIWA.html http://www.ufpe.br/nepe/povosindigenas/kambiwa.htm
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